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Mostrando postagens com o rótulo morar no exterior

Dicas para Organizar Mudança

Organizar mudança é uma constante em nossas vidas. A cada container que chega vamos aprendendo, melhorando, adaptando e absorvendo novas ideias e técnicas para agilizar esse processo que pode ser extremamente cansativo.  Logo estarei na minha quarta mudança intercontinental, como eu postei recentemente em  Minimalismo para Expatriados , estou conhecendo e aprendendo os conceitos minimalistas e tenho certeza de que eles farão diferença quando chegar "a hora da verdade". Falando nisso, super recomendo a recém lançada série da Netflix da "guru da organização": Tidying Up with Marie Kondo . Como ela sugere, fazer perguntas como: "Isso me deixa feliz ou Esse objeto é imprescindível para o meu futuro?" ajuda a nos darmos conta de que nem tudo aquilo que temos é realmente necessário.  Avalie roupas, sapatos, livros, papéis, eletrônicos, eletrodomésticos, móveis. Descarte produtos vencidos. Doe e permita que aquele objeto seja parte de novas históri...

Minha Expatriação

Há quase 7 anos sou expatriada . Já foram 3 mudanças intercontinentais e começo a me preparar para a quarta. Foram 2 anos no Gabão , 3 anos no gelado Canadá e agora quase 2 anos na Zâmbia. Em breve vamos para nosso quarto país onde serão, provavelmente, mais 3 anos no exterior.  ps: Pelas regras atuais, os diplomatas podem ficar até 10 anos no exterior, ao final desse período é mandatório o retorno ao Brasil antes de nova expatriação. Conheci meu marido em 2003, no Encontro de Estudantes de Relações Internacionais (ENERI). Eu cursava o primeiro ano do curso de Relações Internacionais, no Centro Universitário Unibrasil, em Curitiba. O Cassiano, meu marido, cursava o segundo ano do mesmo curso, mas em outra universidade. (Depois que escrevi esse parágrafo lembrei que já tem um post sobre isso: clique aqui ). Durante a faculdade, eu e ele, fizemos estágio  na New Holland, famosa montadora de tratores, que fica cerca de 20 km de distância da faculdade que eu cursava. Fo...

Esposa de Diplomata - Parte II

Muitas pessoas chegam ao blog buscando informações sobre como é e o que faz uma "esposa de diplomata". O post  Esposa de Diplomata?  escrito em 2013, já rendeu quase 10 mil acessos, muitos comentários, e-mails de pessoas interessadas por informações, conselhos e alguns protestos. Hoje, quase 6 anos depois desse post, ele ainda é válido no que diz respeito às dificuldades enfrentadas pelos cônjuges nas questões profissionais.  Resolvi expandir o post trazendo mais algumas informações práticas. Como é a vida de esposa de diplomata? Tem como conciliar a carreira sendo esposa de diplomata? Você recebe salário? Precisa aprender vários idiomas? Você pode trabalhar? Esposa de diplomata pode trabalhar? Como fica a vida familiar?  São perguntas recorrentes e pertinentes que vou tentar esclarecer: Quando se está no Brasil, o diplomata é um funcionário público que, na maioria das vezes, segue uma rotina normal de trabalho. É fato que diplomata faz plantões - afinal tem b...

Reconectar

Dizem que para quem parte é mais fácil. Que a nova rotina, as novas amizades e descobertas ocupam seu tempo e disfarçam a dor da partida. Quem fica sofre, tem rotina. Mesma casa, mesma roda de amigos. Afeição sem “forçação”. A parte que parte é aquela que não será perturbada “a não ser que seja grave”. É aquela que não vai no casamento, no nascimento, no churrasco ou no “passei pra tomar um café...” A parte que parte é privada da dor e da felicidade. Até que é fácil compartilhar a felicidade à distância. E a dor? Falta abraço, simplesmente falta. Não estar presente dói. E a minha parte? Eu parti. “Você precisava ir”, dizem. Volto. Quero reconectar. Tem o amigo engraçado, o que reclama, o esperto... e eu? Eu parti. Puxo uma conversa aqui e outra ali. Ufa, consegui. Reconectei. Acabou. Hora de partir. “Volte com mais tempo..." Pois é... Parti e essa parte me parte. Celina Bühler da Silva Publicado no Boletim AFSI - N.08 - Novembro 2018 Coluna: Associados de Talento Ass...

Mudança para o Gabão

Fiquei surpresa ao ver que após apenas um mês da divulgação do blog já alcançamos mais de 1.000 (mil) visualizações! O mapa dos acessos comprova que tem muita gente vendo, sentindo e vivendo novas experiências pelo mundo afora... Isso fez-me lembrar do convite que fiz para a nossa festa de despedida de Brasília. Desde que li essa mensagem de Amyr Klink, ela ecoa em minha mente. Principalmente nos momentos em que as dificuldades do dia-a-dia aparecem. Por falar em dificuldades do dia-a-dia, vou aproveitar e explicar um pouco melhor (a pedido da amiga Luiza Horta) quais foram e estão sendo as nossas principais dificuldades aqui em Libreville. Mas antes, gostaria de compartilhar o motivo de termos escolhido o Gabão para essa nossa primeira remoção. Ao final do post, deixo algumas dicas para aqueles que vão topar em breve sair para sua primeira missão ou que, por qualquer motivo, pensam em se aventurar em destinos menos conhecidos e familiares. O Gabão nos chamou a atenção por di...